terça-feira, 20 de agosto de 2013

Encare sua carreira como um jogo de Xadrez

As jogadas de raciocínio e estratégia do xadrez podem também ser usadas na vida profissional. entenda como funciona essa relação

Sayonara Salvioli
Publicado por Yahoo!

O que dizem os Coachs de Carreira

De acordo com Pedro Eduardo Rodrigues - Coach, Consultor de Carreira e Autor do Blog Dicas do Coach -, as composições do xadrez envolvem ciência e arte, além de estratégia, tática e sorte. Para o especialista, metaforicamente, o profissional deve encarar seu plano de carreira como o tabuleiro. "Para chegar ao xeque-mate da sua carreira, você tem que ter todos esses conhecimentos em harmonia", complementa.

Ainda segundo Rodrigues, para dominar o que poderia ser chamado de a "ciência de sua carreira", o profissional deve estar sempre atualizado sobre as tendências, estudos e novas pesquisas envolvendo sua área de atuação e outras relacionadas.

Já o quesito arte, segundo o consultor, refere-se em tese a uma questão de instinto, a algo como "dar asas à criatividade". Este dom de imaginação ampliada, processo ou arte na condução da profissão torna-se uma marca própria, uma espécie de selo pessoal que ninguém poderá substituir.





Definições de tática e estratégia

A enxadrista Ellen Giese esclarece a diferença básica entre o jogador estratégico e o jogador tático. Segundo ela, o estratégico é aquele que conduz a partida em ritmo lento, procurando uma posição melhor para suas peças até que domine a partida com tranquilidade. O jogador tático, por sua vez, sugere movimentos agressivos desde o primeiro lance da abertura, até mesmo sacrificando as próprias peças para alcançar um final definitivo a seu favor.

Questionada sobre qual seria o perfil de jogador ideal, a enxadrista realçou: "É aquele que consegue unir características dos dois tipos". Confirmando essa ideia de evolução gradual para o sentido de estratégia, o consultor, coach e estrategista multidisciplinar Roberto Madruga destaca que "o ser humano consegue prever riscos e gargalos no futuro para o seu sucesso. Dessa forma, criar estratégias para sua carreira é pensar em longo prazo, aproveitando oportunidades e evitando ameaças".

Madruga explica que o xadrez, por não ser um jogo de curta duração, necessita de uma série de estratégias para que o jogador seja bem-sucedido. "De forma semelhante, o profissional que deseja sucesso na construção de sua carreira necessita de uma série de ingredientes para saber competir e vencer o jogo", compara.


terça-feira, 13 de agosto de 2013

Quer mesmo trabalhar lá?

Procurar um emprego é um processo que envolve várias fases. Se você já tem um, passa por aquela indecisão de ir para um novo. Mas, se por outro lado, está “na procura”, a coisa fica mais complicada. Afinal de contas, como saber qual será o melhor lugar para você?

É muito importante ter um objetivo em mente. O que você pretende conseguir nesse novo emprego? É algo provisório ou é a empresa na qual você gostaria de se estabelecer? 


São muitas perguntas – aparentemente - sem respostas, mas existem algumas dicas que farão a avaliação das propostas de um local de trabalho mais simples e práticas para você.

Em primeiro lugar, foque na sua área de mercado de trabalho. O que estão oferecendo? Faça uma pesquisa e esteja bem informado sobre a faixa salarial, benefícios e carga horária que são oferecidos para os profissionais do seu nível na sua área.

Outro ponto importante é analisar a própria empresa. Apesar de ser comum, não caia no erro de achar que o “empregador” está em vantagem porque oferece uma vaga. Lembre-se que você também está disponibilizando seu tempo e qualificações. 

Então é interessante que conheça a organização, as práticas, modo de atuação no mercado e com a sociedade. Afinal de contas, o crescimento profissional de qualquer pessoa se dá, em grande parte, pelo seu prazer em “vestir a camisa” da empresa. Em outras palavras, tenha a certeza de que estará disposto a vincular seu nome ao local.


Uma situação comum é avaliarmos as vagas às quais concorremos pelo salário. Isso é uma questão pessoal, mas vale ressaltar que as chances de crescimento em uma empresa de pequeno ou médio porte são maiores. 


Dessa forma, a evolução de sua carreira pode ser mais rápida nesse tipo de ambiente, o que não significa que você deve negar se uma empresa de grande porte estiver interessada em você. A única diferença é que o desenvolvimento profissional é mais lento em um lugar já estabelecido e com muito mais concorrência interna. 

Se ficar com má impressão de uma empresa após o período de avaliação – incluindo entrevistas e pesquisas -, é provável que o local não valha 9 horas suas de dedicação diária. Afinal de contas, você não quer arrancar os cabelos e ficar calvo antes da hora por um lugar que não vale a pena, certo?

Em resumo;  a decisão é tão pessoal que é só sua. Mas sempre pese na balança questões como desenvolvimento profissional, pessoal, aprendizado e remuneração (salário mais benefícios). O que se encaixar melhor nas suas prioridades, é a escolha certa!



terça-feira, 6 de agosto de 2013

Autoauditoria: Analise seu comportamento

Kasey
Publicado por Panetta Revista MH

Faça a si mesmo estas perguntas e veja que presepadas atrasam sua carreira

Você morde a caneta e balança o pé?

  • Mensagem: Você não está em pleno domínio de si, não tem total consciência do que faz.
  • Conserte:Identifique seus maus hábitos. Peça que um colega o observe numa reunião, por exemplo, e aponte seus atos irritantes. Ouça-o e controle-se.

Sua sala é neutra?

  • Mensagem:No fundo, você acha que não ficará muito – nem vale dominar o espaço.
  • Conserte:Decore seu bunker para afirmar que tem dono. "Se o chefe entra numa sala nua, sem objetos pessoais, foca a ausência de personalidade", diz Barbara Pachter, americana especialista em etiqueta. Aí, ele sente dificuldade de se conectar com você.

Quando alguém entra em sua sala, você não para de digitar?

  • Mensagem: Você não está muito interessado ou tem mais o que fazer.
  • Conserte: Colocar-se de frente para alguém e prestar atenção no que ouve é respeitoso e mais eficiente, mostra maior segurança. Policie-se para fazer bem isso.

Você mantém sua vida privada muito privada?

  • Mensagem: Você está escondendo algo.
  • Conserte:Não precisa virar um livro aberto. "Mas não contar aos colegas sobre grandes acontecimentos de sua vida – como seu casamento – pode fazer você parecer superficial”, reforça Barbara. Pequenos vínculos criam grandes oportunidades de networking.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Comunique-se bem com o Chefe e destaque-se entre os demais

Gil Schwartz
Publicado por Revista MH

Poucas gafes no ambiente de trabalho são fatais. Você pode se vestir como nerd e ainda fazer sucesso (Bill Gates não fez?). Pode lançar grosserias aos subordinados, chegar atrasado ou ser um tremendo preguiçoso, e ainda prosperar. Mas você não pode reprovar em Comunicação com o Chefe. Se isso acontecer, sua derrocada é certa. Veja aqui os principais jeitos de mandar bem no trato com seu manda-chuva (ops!). Mandar bem com o… Qual o nome do seu/sua chefe?

Tenha uma mensagem

Chefes odeiam tagarelice, menos a deles. Cada comunicado precisa ter uma razão. Qual o objetivo da sua conversa? Quanto deve durar? Realmente é necessária? 
Não há como substituir as reuniões como meio supremo de falar com o chefe. Não me refiro ao bate-papo informal e à social, mas à reunião organizada, com pauta. Nela, além do objetivo declarado (que, em geral, não tem tanta relevância), você pode fazer algumas coisas muito importantes, como (mas não somente)…


  • Impressionar. Mas não seja exibido. Apenas mostre ser bom no que faz.
  • Alfinetar adversários e concorrentes. Os outros às vezes precisam de cutucadas.
  • Bajular de forma leve e apropriada – não ache que não é bom para o seu sucesso.
  • Averiguar armadilhas. Observadores perspicazes faturam bons insights.
  • Induzir risos. As pessoas costumam ficar tão entediadas em reuniões que uma sutil frase bem-humorada, se sancionada pelo chefe, pode levantar a atmosfera.

Os peritos em conversas com chefes sabem entregar um saco de pepinos sem derramar tudo em si. Mas há quem evite dar notícias chatas ao Beto. Além de ser um banana, esse cara não está pensando de forma estratégica. Contar ao chefe coisas que podem irritá-lo (mesmo que você seja a causa parcial) indica coragem.

Entenda o seguinte: você é o mestre da discussão. O chefe pode ter convocado a deliberação, mas você define o tom, estabelece o contexto e organiza uma estrutura de diálogo clara e ágil. Não desperdice o tempo do "homem". Mesmo que entre um papo e outro com você ele só faça olhar pela janela, trata-se de alguém que acredita possuir horas mais valiosas que as suas. Então use com sabedoria esse relógio superfaturado. Seja breve. E contundente.

Ao acabar de falar, caia fora com ímpeto e postura decisiva, porque você é um sujeito ocupado. Se o chefe quiser jogar conversa fora, fantástico, claro. Mas fique atento para não avançar demais, nem de menos. Você está no meio de um vasto deserto de desatenção e ansiedade que é a mente do executivo. Valorize seu trânsito ali. Lembre-se de sempre sair com algo concreto – uma ordem, um plano, uma risada, o que for. Isso foi uma transação formal, o que significa fazer negócios.
Superaproveite as reuniões
Além de curtas e focadas, as boas reuniões fazem com que todos se sintam bem consigo. Lembre: a genuína função delas, não importa o tema, é fazer você mais poderoso do que quando entrou.

Envie só dois tipos de e-mail

As pessoas costumam abusar da comunicação eletrônica, especialmente para falar com o chefe. Fique ligado: não há como substituir o encontro pessoal para tratar de assuntos sérios. Um cafezinho pela manhã é o fio dourado que tece carreiras inteiras. Dito isso, o e-mail adquire outras duas funções, valiosíssimas: (a) transmitir notícias comuns e (b) pedir uma "decisão" sobre algo pontual e relativamente rápido.
Acontecem muitas novidades num dia de trabalho. O e-mail informativo deve ser curto e incisivo: "Tive a reunião com Barfinger. Foi bem. Se precisar de mais dados, avise". O ruim: "Beto, a reunião com Sr. Barfinger, da Barfinger, Barfinger & Bean, ocorreu na sala de conferências do 14º andar, às 10h de hoje. O possível aumento do indicador de mucilagem no Skokie foi blá-blá-blá…" Sacou?
Quanto à segunda função do e-mail, coloquei a palavra decisão entre aspas porque em 98% das vezes não são decisões em si, mas simples permissões. Quando pergunta ao Chefe se tudo bem você ir ao Rio de Janeiro por causa daquele assunto, não está buscando uma decisão. Quer a liberação. E o Chefe tem que dizer apenas sim ou não. O meio perfeito para algo ágil assim é o e-mail. Nunca despache um abacaxi gigante ao chefe via correio eletrônico. Essa saída é dos covardes. E medrosos nunca prosperam.
Porte as más notícias
Sim, o gerente pode berrar e punir o portador da má notícia. Isso acontece de vez em quando, claro. Mas você não acreditaria na quantidade de mensageiros feridos que, depois, receberam um pedido de desculpas por tamanha infâmia. Essas admissões de injustiça são ouro puro ao empregado inteligente.

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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Pesquisa Indica: Homem que faz trabalho doméstico é mal visto no emprego

Camila Pati
Publicado por Exame. com

Atenção homens! Passar mais tempo em casa cuidando das crianças ou lavando louça e cozinhando pode levá-los a sofrer “bullying” no trabalho. Isso porque quem sai do papel tradicional de gênero no ambiente familiar enfrenta olhares de soslaio e desrespeito durante o expediente. E isso vale tanto para os homens quanto para as mulheres. É o que revela recente pesquisa publicada pela Rotman School of Management, da Universidade de Toronto, no Canadá.
Cuidar dos filhos e das tarefas domésticas – tradicionalmente encaradas como responsabilidades femininas – pode resultar em problemas de relacionamento para os homens no mundo corporativo. Da mesma forma, mulheres que decidem não ter filhos ou que não assumem para si o cuidado da casa são mais vítimas de desrespeito dentro do escritório, do que as colegas mães e donas de casa.


O mais impressionante é que a pesquisa indica que a forma como homens e mulheres agem na sua vida familiar tem mais influência no tratamento recebido no trabalho do que a própria execução das atividades profissionais



Isso porque, quem se adequa ao perfil, via de regra, é mais bem tratado, segundo descobriram os pesquisados da Rotman. Ou seja sofrem menos os homens e mulheres que seguem à risca papéis tradicionais em casa e há uma pressão para que assim seja. “Eles podem optar por não ter filhos, se esses papéis tradicionais não são viáveis para eles, ou ficar no caminho das metas de família ou carreira”, conclue a professora Jennifer Berdahl, uma das pesquisadoras que assina o estudo.
A pesquisa envolveu dois estudos de campo. O primeiro em ambientes profissionais dominados por homens e o segundo em locais de trabalho em que mulheres eram maioria. Nos dois, quem não se encaixava no estereotipo comportamental doméstico era provocado e excluído por colegas de trabalho.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

10 Questões para seu Plano de Carreira

Camila Pati
Publicado por Exame.com 

Pesquisa realizada pela Pactive Consultoria com mil profissionais empregados revela que mais da metade (58%) já pensou em largar tudo e começar uma nova carreira. O estudo apontou que esta ideia já passou pela cabeça de 32% dos entrevistados algumas vezes e para 26% este é um pensamento comum.



Na hora de fazer uma mudança de carreira, a maioria dos participantes (65%) disse que gostaria de fazer algo ligado a sua personalidade. Mas o medo de arriscar, a incerteza e a falta de qualificação foram os principais obstáculos citados.

O caminho para minimizar riscos na hora de mudar de área ou profissão passa obrigatoriamente pelo planejamento de carreira. O plano também é fundamental para quem sente que já está no rumo certo, mas busca ascensão profissional.

De acordo com Ricardo Barbosa, diretor executivo da Innovia Training & Consulting, muitas vezes a insatisfação está relacionada mais ao desenvolvimento de carreira do que à escolha da atividade propriamente dita.

O problema é que muita gente não sabe nem por onde começar quando o assunto é planejar a carreira. Por isso, com a ajuda de Barbosa, EXAME.com selecionou 10 perguntas que todo profissional deve responder ao elaborar um plano. Confira quais são:

1. Eu faço o que gosto?
Este deve o ponto de partida. “Fazer o que gosta é essencial porque o trabalho fica mais leve e é realizado com prazer”, diz Barbosa. Ele lembra que o leque de opções é amplo quando se trata de escolher a carreira e que é, sim, possível ser bem remunerado nas mais diversas atividades.

2. Quais meus pontos fortes e fracos e qual o impacto deles na minha vida profissional até agora?
Ter noção clara de habilidades e deficiências é outro ponto fundamental e que deve embasar o rumo profissional a ser seguido. Um executivo que esteja trilhando o caminho até a cadeira de diretor financeiro deve se autodesenvolver neste tema caso perceba que tem fraquezas em finanças.

Por outro lado, um advogado que conclua que possui grande habilidade com assuntos tributários pode decidir apostar neste ramo para especialização de carreira.

Barbosa também sugere que a decisão seja pautada por uma análise aprofundada de oportunidades e ameaças na área desejada. “Ele deve avaliar fatores externos que podem impactar naquela atividade, como crises, por exemplo”, explica.

3. Aonde eu quero chegar?
As duas respostas anteriores permitem ao profissional começar a desenhar a sua trajetória de carreira. Realize as etapas e cargos que quer ocupar até chegar a seu objetivo final. Só não vale ser imediatista, porque um planejamento bem feito pressupõe o pensamento em médio e longo prazo.

Escreva no papel as suas metas, indica Barbosa. “As pessoas deixam seus planos na cabeça, mas a cabeça esquece o papel não”, diz ele. Mantenha anotações em local visível e não no fundo da gaveta porque o que não é visto não é lembrado.

4. Qual a natureza das atividades que quero desempenhar?As atividades devem estar ligadas às metas estabelecidas. “Não adianta desempenhar um monte de atividades que não contribuem com o seu objetivo”, diz Barbosa.

Para quem deseja assumir um lugar na diretoria da organização, investir em atividades de gestão de pessoas vai aproximá-lo do seu objetivo, por exemplo.

5. Como quero dividir meu tempo entre minhas atividades profissionais e minha vida pessoal?
Outro ponto essencial para evitar frustrações futuras é levar em conta o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Uma posição de presidente em uma multinacional pressupõe a disponibilidade para longas jornadas de trabalho com uma agenda intensa de viagens e reuniões. É preciso estar disposto a abdicar de muita coisa em prol do crachá de CEO. Pense nisso.

6. Como me imagino financeiramente?
Se a rotina de presidente é árdua e plena de responsabilidades, o salário é um importante fator de compensação. Mas, uma carreira mais técnica, de analista, pode trazer mais tempo livre com a família e ser menos vantajosa em termos de pacote de remuneração.

O mercado escolhido também pesa. “Quanto mais específico for o mercado, mais chances de ser bem remunerado, quanto menos específico mais especialista o profissional tem que ser na sua atividade para ganhar mais”, lembra Barbosa.

7. Em qual tipo de ambiente quero trabalhar?
O clima organizacional conta em muito para a satisfação ou insatisfação dos profissionais. Um pessoa pode não conseguir fazer as entregas necessárias ao trabalhar sob intensa pressão e em um lugar altamente competitivo. Outras funcionam bem sob esta atmosfera.

8. Estou atualizado com as demandas atuais da atividade que quero desempenhar?
Não parar no tempo é uma das regras de ouro para quem busca ascensão profissional. Por isso, verifique se está atento às novidades e notícias do seu ramo de atuação.

9. Quais as ferramentas necessárias para atingir meu objetivo?
Softwares, idiomas, treinamentos, capacitações. O que deve ser feito desde já? Qual a prioridade? Um plano de carreira traz o seu desenvolvimento. Inclua tempo para o aprendizado das ferramentas necessárias na sua agenda. “O mais importante, neste caso, é ter disciplina”, diz Barbosa.

10. Como posso usar o networking a favor do meu objetivo?
Conhecer e manter um relacionamento profissional com as pessoas certas pode encurtar a distância até o objetivo. “É o que a gente de chama de cavalo, que é quem vai puxar você”, diz Barbosa.

Lembre-se que uma coleção de cartões de visita não significa que você está fazendo networking. “É preciso manter o relacionamento próximo e não entrar em contato apenas para pedir coisas”, lembra Ricardo.





sexta-feira, 26 de julho de 2013

Como usar gravata?

Algumas pessoas vão dizer que gravata é um item tão sofisticado que não tem como usar de forma incorreta. Elas estão erradas, ok? Estampas, cores, comprimentos e nós;  são tópicos essenciais e muito complexos na hora de usar esse acessório.

A gravata é um acessório que mostra elegância quando usada adequadamente, mas que corre o risco de fazê-lo parecer desleixado se não vesti-la corretamente. Você não pode, por exemplo, usar esse item curto demais ou comprido demais. 

Infelizmente, com essa peça ou você sucede 100% ou vão te olhar torto! Gravata errada, só fica bem se for para uma festa do "brega" ou uma festa junina, onde você estará fantasiado!

Por isso, aqui seguem algumas dicas para que você mostre a todos que sabe o que está fazendo.

O cinto é a sua referência. O furo dele mostra até onde a sua gravata deve ir. Nem mais, nem menos. O mesmo vale para os prendedores. Apenas utilize-os se o look for sofisticado! Para o escritório, prefira a gravata Tradicional – o prendedor vira item opcional -, acompanhada de paletó ou blazer e calça social.

Mas o assunto só fica complicado quando chegamos às estampas e cores. Imagens chamativas nas estampas estão fora de cogitação. 

O mesmo vale para figuras engraçadinhas ou que chamem atenção demais. Veja exemplos de combinações e estampas que você deve evitar:

                                                                 

O mesmo vale para as combinações entre cores e estampas. Além dessas aí em cima estarem proibidas, não dá pra ser extravagante se o visual for para o escritório. Prefira usar camisas lisas com gravatas também lisas ou com formas simples como listras, bolinhas, xadrez, entrelaçados, etc. O inverso é tão válido quando, então as peças estampadas devem vir acompanhadas de gravatas lisas, mas não de gravatas estampadas. 

Quanto às cores, existe um esquema muito simples para saber a combinação ideal que o seu guarda-roupa oferece!



Bem, agora que você já sabe como usar e abusar das cores e das estampas certas, é hora de correr para o seu guarda-roupa e ver o que usar na segunda-feira!

Curta a dica e Bom final de Semana!!!

domingo, 21 de julho de 2013

Como trabalhar com mulheres?

Emiliano Urbim
Publicado por Revista Alfa

É segunda-feira, logo depois do almoço. Ao redor do café, o pessoal comenta os gols do fim de semana. “Pessoal”, claro, é maneira de dizer: só tem marmanjo. É uma cena corriqueira, mas que traz uma mensagem nas entrelinhas: mulheres são de Vênus, empresas são de Marte. Há um viés claramente masculino na maneira como corporações operam. 

Durante muito tempo, isso não fez diferença para nós, homens. Elas que se adaptassem. Agora, elas não ficam de fora do papo, mudam a conversa — eis o motivo do sucesso de Faça Acontecer, de Sheryl Sanberg, nº 2 do Facebook, e de Work With Me (“Trabalhe comigo”, sem edição brasileira), líder de pré-vendas. Suas subordinadas, colegas e suas chefas estão mudando seus conceitos – e está na hora de você mudar também. Sem o apoio delas, você não vai chegar muito longe.

Seja menos masculino
Não é no sentido em que você está pensando. Acontece que alguns traços do nosso comportamento acabam excluindo as mulheres – estejam elas abaixo, no mesmo nível ou acima de você. A neurologia mostra que homens e mulheres chegam às mesmas conclusões de maneiras diferentes. A atitude masculina tende a ser mais racional e objetiva, com foco no resultado. Já a lógica feminina tende a valorizar mais o lado emocional e o aprendizado durante o processo. Elas também querem chegar lá, mas por outro caminho.
Fale mais com elas

O consenso é que, se um cara permanece calado durante uma reunião, é porque ele não tem nada para dizer ou concorda com o que é dito. Por uma série de motivos milenares, mulheres muitas vezes discordam de absolutamente tudo, mas não vão falar se não forem consultadas. Consulte-as. Como escreve Sheryl Sanberg, basta uma iniciativa como essa para quebrar o ciclo — nas próximas reuniões, a participação feminina tende a crescer.

Cuidado com as críticas

Quem já esteve em uma briga de casal pode testemunhar: palavras pesam mais para elas do que para nós. Por mais insossa que seja a crítica, você pode passar de “um fofo” a “um idiota”. Basta dizer que, enquanto 80% dos homens se sentem apreciados em seu trabalho, apenas 50% das mulheres podem dizer o mesmo.

Cuidado com os elogios

Elogios profissionais são sempre bem-vindos, claro. Todavia, em tempos de Gerald Thomas vs. Nicole Bahls, nunca é demais avisar: o que para você é uma brincadeira, para a sua colega pode não ter graça nenhuma. Aliás a “brincadeira” não precisa nem ser necessariamente com ela: caso um membro da sua equipe comente algo sobre a senhorita Bahls, uma membra pode levar para o lado pessoal. Isso provavelmente exclui alguns assuntos da hora do café. Mas a verdade é que, nas firmas unissex de hoje, eles já deveriam ter sido excluídos.

Aprenda a dar retorno

Provavelmente, um dia ideal de trabalho seria aquele em que lhe deixassem quieto. Mas mulheres são diferentes. Como citam os autores de Work With Me, Barbara Annis e John Gray, “oferecer suporte a um homem sugere que ele é incapaz. (…) oferecer suporte a uma mulher faz ela se sentir incluída e permite que ela participe mais”. Da mesma forma, a tendência é que um chefe deixe você mais quieto durante um projeto, mas que uma chefa deseje (melhor interpretar como “vai exigir”) atualizações constantes do andamento das coisas.

Aprenda a ouvir (e ser ouvido)

Uma das principais críticas das mulheres em relação a seus colegas é a mesma que elas fazem sobre seus irmãos, pais, namorados, filhos: nós não sabemos ouvir. O que para nós é aporrinhação, para elas é encorajamento. Inclua na sua rotina momentos de diálogo e esclarecimento de dúvidas – das suas, inclusive.

Seja um cavalheiro

Abrir a porta para ela entrar no carro, se oferecer para pagar a conta, elogiar um novo corte de cabelo. Segundo pesquisas, as mulheres que se ofenderiam com esse tipo de atitude não existem. “Não é porque elas estão disputando os mesmos cargos que você precisa esquecer as boas maneiras”, dizem os autores de Work With Me. Que bom que nem todas as tradições precisam ser revistas.

Inclua-as no happy hour

Cerca de 80% das mulheres se sentem excluídas no ambiente de trabalho, enquanto 90% dos homens afirmam que não as excluem. É, tem algo errado aí. Acontece que convidar é só a primeira parte. Não adianta nada que elas ajudem a pagar a conta e tenham de passar horas ouvindo falar de futebol, filmes de ação ou gostosas de outros setores – “com todo o respeito”. Homens precisam aprender a variar os assuntos. Você só tem a ganhar com isso, no campo pessoal e no profissional.

sábado, 20 de julho de 2013

Seu Currículo: Você bem nas redes sociais

Redes sociais e perfis profissionais on-line têm sido um grande complemento para os recrutadores de RH. Além do currículo, os headhunters olham seu Facebook, Twitter. Dê só uma olhada!



Corte o blá-blá-blá corporativo
Diga às pessoas o que realmente faz. Você não é “corretor de imóveis”, você encontra a casa dos sonhos das pessoas. Alguém que “aproxima empresas” tem mais apelo do que um “assistente de marketing.” Mostre que você é apaixonado pelo seu trabalho e as pessoas importantes vão notar.
Aposte no comportamental
Os perfis profissionais não substituirão o bom e velho currículo de papel. Os headhunters são categóricos quanto a isso. Lembre-se que a internet será apenas um complemento para quem procura um novo empregado. Nesse caso, apenas seu comportamento on-line será considerado.
Tenha o que eles procuram
Os recrutadores têm dado bastante atenção ao lado comportamental dos canditados. E revelam avaliar três características muito valorizadas dentro das redes sociais e que os diferem: se o candidato gera conteúdo agregador, se relevante para sua lista de contatos e se é colaborativo. Em vez de reclamar sobre o sono, publique algo positivo!
Reúna aliados
Mais do que um bom currículo, é preciso reunir elogios de seus antigos empregadores. Que tal inovar e conseguir recomendações espontâneas de verdade? Deixe dois ou mais telefones de seus antigos chefes para o caso de algum potencial novo patrão querer saber se você é mesmo o cara para a vaga que ele quer oferecer a você.
Fonte: Publicado por Revista Mens Health
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